3 de jul de 2011

Conhecendo um pouco mais nosso querido Pepê


A Revista TRIP fez uma edição especial sobre nosso querido esportista Pepê em outubro de 1989, quando ele ainda estava vivo. Já faz bastante tempo né? Mas ele ainda continua firme e forte marcando presença no site da TRIP. As fotos da entrevista estão maneirissimas e vale a pena conferir para ler mais sobre ele. O site tem dois filmes sobre o Pepê (mostrando ele voando, surfando, etc) além de contar a tragetoria de sua vida. Nós adoramos a matéria e queríamos saber o que vocês acharam. Clique aqui para ler a matéria.

A matéria completa sobra a vida e obra de Pepê se encontra na versão impressa da TRIP, se quiserem uma cópia, falem com a gente!

Copiamos esse trecho que o Tom Cardoso disse sobre o Pepê:

Corpo seco, leve, ágil, musculatura forte e flexível. Alimentação balanceada, natural, inteligente... Foco absoluto e determinação obsessiva. Tudo isso coordenado por um cérebro privilegiado e um emocional permanentemente sob controle. Resultado: campeão carioca de hipismo quando garoto, único brasileiro até hoje a chegar à final de campeonato de surf mais respeitado do mundo, em Pipeline (aos 17 anos); campeão mundial de vôo livre. Conheça o Pepê, um dos maiores gênios da "inteligência física", morto prematuramente, possivelmente vítima da única falha de um sistema perfeito de coordenação entre corpo, mente e coragem.

Ele não era realmente demais?!


2 comentários:

Pepê disse...

Essa foto, e' de 1982 com a aza Azur (La Moiette francesa). Asa e numero 69 que o Pepe foi campeao do mundo em 1981.

roberto chamoun disse...

Assistindo ao filme "Busting out the Door" no canal Off, que faz uma homenagem aos australianos e sul-africanos que sacudiram o mundo do surf durante a temporada de 1974-76 no Havai, dentre eles Shaun Thompson, Rabbit, PT, Mark Richards, etc, logo fiz uma analogia com o feito do nosso Pepê, conquistando sozinho o 6¤ no PipeMaster de 1976 (imagino o que os organizadores do torneio disseram). O filme logo me trouxe a visão de seu retorno ao Brasil após o torneio, dropando uma esquerda enorme atrás das pedras no Quebra-Mar e do misto de admiração e vontade de eu mesmo ter pego aquela onda.